
E o vento levou aquela folha de papel, ela voou livre pelo ar
Levou com ela palavras escritas a negro. Palavras essas que desenhei os mais variados caracteres do alfabeto e que em conjunto num momento de reflexão do pensamento te tinha a dominar o meu consciente.
Palavras essas que jamais abandonarão a folha de papel…talvez perdida para sempre.
Ainda corri em busca da minha folha e das minhas palavras esquecidas que ficaram por te dizer, mas o destino esse quis que a folha e as suas palavras desaparecessem com o vento.
Não sei para onde o vento a levou, talvez acabe perdida num jardim, numa rua, num canto qualquer de uma rua perdida ou talvez não….talvez um dia acabe por chegar até ti.
Ainda corri atrás dela mas ela foi mas apressada do que eu, parecia de sua vontade ser livre.
Parei, já meio ofegante pela minha corrida enquanto o corpo desesperava por reavê-la…
Como era bela aquela folha de palavras escritas…
Perdi a minha folha e as minhas palavras nunca antes reveladas palavras carregadas de um sentimento e de outro e de outro e de muitos mais outros que unidos parecem formar somente um.
Esse sentimento de sentidos único o vento não o leva, ainda resiste e reside humildemente na harmonia calorosa da saudade dos meus dias distantes da tua companhia.
“saudade não é lembrar de alguém ausente mas sim tornar presente quem não poderá ser esquecido nunca”

2 comentários:
Muito bem sr triga...sim senhor...desconhecia essa tua faceta :)
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Custa tanto perder alguém que se ama...
Vou seguir o teu blog, se bem que pelo andar das coisas agora escreves outro post lá para janeiro de 2010...
beijinhos e aparece quando quiseres, és bem-vindo!
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